Oktoberfest: Deu certo?
Comentei no post anterior sobre as músicas que tocavam na Oktoberfest e os comentários abordaram a festa como um todo. Depois de dois finais de semana de festa eu também faço a minha análise.
O espaço com certeza é bem melhor. Mesmo sem o galegão e o outro lado da rua (desde o ano passado), a nova Vila Germânica soube aproveitar melhor o espaço da festa. É possível ficar dentro dos três setores sem ser esmagado. De decoração eu não entendo muito, mas não ouvi nenhuma crítica sobre isso.
As músicas, já citadas anteriormente, estão certas em tocar mais alemãs do que outros estilos, mesmo que repitam quinhentas vezes zique zaque. A tenda que era pra ser de música eletrônica (Brahma Haus) poderia ser revista. Se tocasse lá, apenas os hits eletro-pop-rock que fazem sucesso na Alemanha hoje seria muito interessante. Tanto o turista, quanto o blumenauense aceitariam, pois qualquer punch punch agita jovens bêbados.
Quanto à alimentação tudo beleza. O chope artesanal é um atrativo especial da festa. O público parece ter melhorado também. As informações são que houve um maior consumo da gastronomia típica, isso significa maior poder de compra dos turistas. Uma Oktober melhor começa com um público mais qualificado.
Essa é a minha opinião. O que os organizadores e autoridades da cidade pensam da Oktober está na edição do Santa de hoje. Confira clicando aqui.